quinta-feira, 28 de maio de 2009

TRANSPORTE NO RIO

O transporte regular de passageiros sempre foi problemático no Rio de Janeiro. Não sei se o leitor se lembra dos ônibus da antiga CTC, aqueles conhecidos como "chifrudos", por serem elétricos e que, por isso necessitavam de uma aste que os ligavam a fios elétricos nas ruas por onde tinham seus itinerários. De vez em quando a aste se soltava do fio e o motorista tinha que descer do veículo para recoloca-la. Pois bem, o passageiros reclamava um bocado devido ao tempo que se perdia durante a viagem. Mas naquela época se tinha algumas vantagens, que hoje já não se tem mais. Na época dos citados veículos os assaltos dentro dos mesmos era muito difícil; as passagens mais baratas em relação aos valores cobrados hoje; os motoristas eram mais educados e havia mais respeito aos usuários. Foi uma época que infelizmente não volta mais.
Os lotações também deixaram saudades. A única restrição que faço é com relação a velocidade. Quando se saía de casa para o trabalho e tinha que pegar um lotação daquele, não podia estar de estômago cheio, porque o balanço e a velocidade que os motoristas imprimiam naqueles coletivos eram de arrepiar. Mas apesar dos pesares o passageiro sabia que chegaria ao seu local de trabalho, sem que tivesse que passar por assalto, tentativa, ou pelo menos um tenso percurso, vendo a qualquer hora ser abordado por um delinquente.
Hoje nós temos um transporte IRREGULAR de passageiros, onde não se cumpre horários, não se respeita o idoso e nem o estudante, ambos portadores de passes garantidos por lei. É comum no dia-a-dia assistir alguns motoristas deixarem estudantes e idosos nos pontos de ônibus, justamente esses detentores de passes.
TRANSPORTE ALTERNATIVO
A sorte do carioca é o transporte alternativo. Pois o transporte que deveria ser regular não atende à população. Com a aquiescência das autoridades de transporte, o usuário corre o risco de sofrer algum tipo de acidente, tendo em vista a velocidade exercida por esses veículos, numa concorrência insistente, ruinosa e de alta periculosidade, não somente para quem usa, mas também para os transeuntes que podem ser vítimas de atropelamentos, sem que haja nenhuma providência que possa vir a sanar estas irregularidades.
Existem bairros que o transporte de passageiros é muito deficitário, causando transtornos para aqueles que necessitam do transporte para se locomoverem em direção ao trabalho, ao médico e outras necessidades. Quando o bairro é atendido, é colocado um ou dois horários durante as 24 horas, o que é um absurdo. Quando se tem um movimento regular, são colocados apenas veículos com tarifas especiais, sem que o veículo seja realmente especial. Muitos deles em precárias condições de trafegabilidade, sem ar-condicionado, bancos quebrados e outras irregularidades mais.
A QUEM CABE A CULPA
Será que o órgão concedente não sabe disso, que toda a população está cansada de saber? Sabe sim! Sabe e sabe muitíssimo bem. O problema é que os responsáveis pela concessão e esquema operacional desses veículos estão se lixando para a população. Pois eles não utilizam o transporte de massa, não tem hora para chegar ao trabalho (ENTENDAM EMPREGO), não chegam em casa com a roupa suja de óleo e nem rasgada, decorrentes de parafusos soltos ou outros elementos perfurantes ou cortantes, e muito menos têm medo de serem maltratados por alguns motoristas que já foram reciclados ou participaram de curso promovido pela Fetranspor para o bem e fiel desempenho de suas funções, pelo menos foi isso que deixou claro o seu responsável.
Só nos resta nos educarmos para nas próximas eleições tentarmos colocar em alguns órgãos que regem o nosso transporte, pessoas que possam de fato olhar para aqueles que utilizam o transporte de passageiros no Estado do Rio de Janeiro.

domingo, 24 de maio de 2009

DISCO VOADOR

Esse disco voador, que neste sábado sobrevoou o Rio de Janeiro, teve sua entrada na atmosfera terrestre por Brasília. Pelo clima que se instalou naquela capital, o objeto voador deve ter deixado ali, partículas desconhecidas e de forte teor bombástico. Os cientistas responsáveis pela análise do material ficam de cochichos e de ameaças uns com os outros, como se tratasse de uma briguinha entre duas crianças, onde uma fala para a outra: se você me bater eu também lhe bato, isso mesmo, sem saberem como proceder diante do problema. Pois sabem que pode se trata de um vírus anti-indicativo-eleitoral. Eu acho que a saída para resolver esta batatinha, que pelo cheiro deve estar pra lá de assada, está em encomendar um grande tapete persa, para que se possa dar o mesmo destino das outras CPIs.

Como leigo, fico a me perguntar - Não sei por que tanta dificuldade, tanta celeuma, para se criar uma CPI. Sinceramente eu não acredito que exista alguma coisa que possa estar atrapalhando a instalação dessa Comissão. Primeiro porque o nosso Presidente quando escolheu um nome para dirigir a Petrobras, obviamente deveria estar sabendo de quem se tratava, e este por sua vez não iria escolher qualquer pessoa para assessorá-lo.

Mas como ninguém conhece ninguém a ponto de por as mãos no fogo...

Também não acredito que ele tenha sido mais uma vez apunhalado pelas costas.

E por falar nisso, por ande anda o Zé, hein?

Por hoje é só. Agora vou dar uma passadinha ali na pizzaria no Sr. Petro.
fui!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

VALE TUDO

Desde menino que eu ouvia falar em PAPAI NOEL, aquele velhinho de óculos, barbas brancas, buxando um trenó, com um saco cheio de presentes para distribuir com as crianças, aquelas que durante o ano se comportaram direitinho, tiraram boas notas na escola etc...
Eu, pra ser franco, nunca havia acreditado nessa história do bom velhinho. Bem, os anos foram passando e até que um dia eu achei de casar, vieram os filhos e por várias vezes tive que mentir pra eles, dizendo que papei Noel existia, que ele era um velhinho que adorava dar presente às crianças que fizessem tudo aquilo que seus pais pediam, essas coisas de pai.
Pra minha surpresa, depois de velho, não é que eu vim ter certeza que papai Noel (de fatoS) existia. E o mais interessante é que ele está morando em Brasília.
Ontem, 21/05, começou-se a propalar a distribuição gratuita de brinquedos, um deles chega a custar quase 50 mil reais. Mas não é para os bons filhos que tiraram boas notas na escola não. O intuito é outro, aliás de há muito, já manjado pelo brasileiro.
O que é que um pai não faz para que seu filho, no caso, filha, seja bem vista na comunidade...
O perigo não está nos valores que terão que ser disponibilizados para a compra desses brinquedos, o perigo está nessa impensada empolgação. Já imaginaram o que os filhos dos outros vizinhos vão dizer? No mínimo vão querer ganhar seus presentinhos também, afinal de contas todos são filhos do mesmo Deus.
Pelo que estou vendo o pretexto que estão usando para se chegar a uma vontade, ou seja, os presentinhos que estão querendo distribuir para conseguir um intento poderá vir a ter seu desfecho nos Tribunais, onde deverá ter ganho de causa todos os meninos que ficaram de fora dessa distribuição.
Esta é a hora de se pedir todo tipo de presente, e deve-se aproveitar porque é somente até as próximas eleições.
E depois ainda dizem que o De Gaulle não falou aquilo...
Aliás Rui Barbosa já dizia: "de tanto..., de tanto..., de tanto... O grande profeta Rui Barbosa já previa que seria assim.

sábado, 16 de maio de 2009

Saltitando
O "Cara" está com tudo e não está prosa. Quem foi na
ninha... Hoje recebido por um Rei! Não é pra qualquer um não, é pra quem É!
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E por falar em rei, quem deveria usar uma coroa sempre que entrasse em campo era o goleiro do Vasco. Sei não Tiago, parece que você vai ficar um tempinho na geladeira.
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Depois do noticiário sobre a taxação em cima de quem tem poupança superior a R$ 50.ooo,00, a procura por colchões de molas deve aumentar. Porque ele é ôco, tipo bagageiro de ônibus de viagem. Mas acredito, também, que os cofres de metais vendidos no comércio podem ter grande procura.
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Nem o Reino, Unido, foi suficiente para impedir que a gripe suína desse uma passadinha por lá.
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Com tanta gente boa indo passar umas férias no presídio de segurança máxima de Mato Grosso, me faz lembrar aquela nau portuguesa que trouxe os primeiros habitantes para colonizar o Brasil, só tem primeira-linha.
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Os moradores da Zona Oeste, uma das mais prejudicadas do Rio de Janeiro, no que diz respeito a transporte coletivo, ficam à espera de um final feliz entre milícias que controlam o transporte alternativo e o órgão controlador de transporte de passageiros. O problema existente entre eles não são resolvidos, e nem as autoridades que se dizem competentes tomam uma providência para que os usuários dessa Zona usufruam do direito de ir e vir.
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Enquanto o carioca sofre com problemas de segurança e de saúde, além do precário ensino público, as autoridades governamentais comem, dormem e respiram as olimpíadas e a copa do mundo.
- É o que eu chamo de pobreza de humanismo.
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Agora, uma perguntinha? Quem é, quem é que criticava o Fernando Henrique e agora viaja mais que ele?
Críticas e sugestões para:

segunda-feira, 11 de maio de 2009

LIBERAÇÃO DA MACONHA

Em matéria de apologia a maus costumes, o nosso País está de mala cheia. Não bastasse o ex-presidente FHC, agora também o Ministro do Meio-ambiente. Não sei o que estes senhores aqui citados têm na cabeça. Já não chega o cigarro e a bebida alcóolica que podem ser comercializados normalmente? Já não chega o número crescente de famílias afetadas moralmente e financeiramente devido ao uso dessas drogas, consumidas por parentes e familiares?
Imaginem os senhores se liberarem a maconha como é livre o cigarro. Uma droga que afeta a saúde, denigre a imagem de quem faz uso, põe em risco a vida de terceiros pelo efeito que a droga provoca no cérebro, além do valor que é gasto com seu consumo fortalecendo o tráfico e consequentemente pondo em risco à sociedade.
Se estes cidadãos obtiverem êxito em suas intenções, a maconha será apenas um grande passo para a liberação de outras drogas, como a cocaína, o crac, o LSD e outros mais que aos poucos estão levando adolescentes para um caminho difícil de voltar, e quando uns bem poucos conseguem, já não voltam com a mesma saúde e já não enxergam o mesmo horizonte, ofuscado que foram pelos anos de sofrimento à procura do que antes lhes pareciam apenas um passa-tempo, uma curtição etc.
Esta ideia bestial demonstra claramente o quanto uma índole pode se esconder por trás de belos olhos, de belos casacos e de belos diplomas. Mas para este tipo de comportamento deve ter alguma explicação: ou sempre foram simpatizantes do uso indiscriminado de entorpecentes, ou não se importam com o futuro de nossos jovens, ou nunca tiveram um viciado na família.
O tráfico e o uso de entorpecentes só tem trazido malefícios às famílias, não só as brasileiras, mas de todo o mundo, além de terem provocado tantos óbitos de usuários, de pessoas atingidas por balas perdidas quando dos confrontos entre bandidos e policiais e dos próprios militares, que em defesa de nossa sociedade têm deixados tantas viúvas e órfãos.
Os prejuízos não param por aí: os tendimentos médicos em hospitais, os combustíveis usados pelas viaturas, as munições empregadas para o combate ao tráfico, o desgaste físico e psicológicos dos policiais, as constantes reuniões de cúpula de nossas polícias para traçarem planos de estratégias para o combate a todo tipo de crime que a droga tem levado. Todo este aparato de providências causam um prejuízo enorme ao Estado.
Os defensores de tais práticas, ao invés de estarem participando de atos públicos de apologia, deveriam conversar com dirigentes de partidos políticos, sensibilizando-os para proporem ao congresso gestões destinadas à criação de um INSTITUTO que viesse atender aos usuários de drogas, tratando, orientando, dando assistência às famílias atingidas, que por ironia do destino vieram a ter parentes envolvidos por este mal que hoje assola a nossa juventude. Desta forma estariam dando uma contribuição à sociedade que pagam seus altos salários para passearem e participarem de passeatas em apoio ao crime.
É uma forma de minimizarem a avaliação de nossa sociedade a seus atos, e contribuírem de forma elogiosa para o bem comum de nossa população.

SE PISAREM NA BOLA NOVAMENTE EU VOLTO!