segunda-feira, 11 de maio de 2009

LIBERAÇÃO DA MACONHA

Em matéria de apologia a maus costumes, o nosso País está de mala cheia. Não bastasse o ex-presidente FHC, agora também o Ministro do Meio-ambiente. Não sei o que estes senhores aqui citados têm na cabeça. Já não chega o cigarro e a bebida alcóolica que podem ser comercializados normalmente? Já não chega o número crescente de famílias afetadas moralmente e financeiramente devido ao uso dessas drogas, consumidas por parentes e familiares?
Imaginem os senhores se liberarem a maconha como é livre o cigarro. Uma droga que afeta a saúde, denigre a imagem de quem faz uso, põe em risco a vida de terceiros pelo efeito que a droga provoca no cérebro, além do valor que é gasto com seu consumo fortalecendo o tráfico e consequentemente pondo em risco à sociedade.
Se estes cidadãos obtiverem êxito em suas intenções, a maconha será apenas um grande passo para a liberação de outras drogas, como a cocaína, o crac, o LSD e outros mais que aos poucos estão levando adolescentes para um caminho difícil de voltar, e quando uns bem poucos conseguem, já não voltam com a mesma saúde e já não enxergam o mesmo horizonte, ofuscado que foram pelos anos de sofrimento à procura do que antes lhes pareciam apenas um passa-tempo, uma curtição etc.
Esta ideia bestial demonstra claramente o quanto uma índole pode se esconder por trás de belos olhos, de belos casacos e de belos diplomas. Mas para este tipo de comportamento deve ter alguma explicação: ou sempre foram simpatizantes do uso indiscriminado de entorpecentes, ou não se importam com o futuro de nossos jovens, ou nunca tiveram um viciado na família.
O tráfico e o uso de entorpecentes só tem trazido malefícios às famílias, não só as brasileiras, mas de todo o mundo, além de terem provocado tantos óbitos de usuários, de pessoas atingidas por balas perdidas quando dos confrontos entre bandidos e policiais e dos próprios militares, que em defesa de nossa sociedade têm deixados tantas viúvas e órfãos.
Os prejuízos não param por aí: os tendimentos médicos em hospitais, os combustíveis usados pelas viaturas, as munições empregadas para o combate ao tráfico, o desgaste físico e psicológicos dos policiais, as constantes reuniões de cúpula de nossas polícias para traçarem planos de estratégias para o combate a todo tipo de crime que a droga tem levado. Todo este aparato de providências causam um prejuízo enorme ao Estado.
Os defensores de tais práticas, ao invés de estarem participando de atos públicos de apologia, deveriam conversar com dirigentes de partidos políticos, sensibilizando-os para proporem ao congresso gestões destinadas à criação de um INSTITUTO que viesse atender aos usuários de drogas, tratando, orientando, dando assistência às famílias atingidas, que por ironia do destino vieram a ter parentes envolvidos por este mal que hoje assola a nossa juventude. Desta forma estariam dando uma contribuição à sociedade que pagam seus altos salários para passearem e participarem de passeatas em apoio ao crime.
É uma forma de minimizarem a avaliação de nossa sociedade a seus atos, e contribuírem de forma elogiosa para o bem comum de nossa população.

SE PISAREM NA BOLA NOVAMENTE EU VOLTO!

2 comentários:

  1. Essa discussão da liberação das drogas é muito complexa; atravessa as janelas das clínicas de reabilitação e chega às famílias mais abastadas, passando pelas bocas de fumo, que não existiriam se as drogas tivessem comércio liberado. De qualquer forma, o país não está preparado para essa liberação. Nossa educação não é como a educação da Holanda.

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