quinta-feira, 30 de julho de 2009

O BICHO TÁ PEGANDO

A crise no Senado a cada dia que passa aumenta mais. São 11 ações encaminhadas ao Conselho de Ética contra José Sarney. Cinco representações do PSOL e 3 do PSDB, além de seis denúncias, sendo 4 do líder tucano Arthur Virgílio e duas assinadas em conjunto pelos Senadores Cristovam Buarque e Arthur Virgílio. As ações visam responsabilizar Sarney pelos atos secretos e possível participação em esquema de desvio de dinheiro do patrocínio cultural da Petrobras, pela fundação que leva seu nome. Agora é a vez de Renan partir em defesa de Sarney com a ameaça de uma representação contra o líder tucano. Pelo visto deve ter muita roupa suja na lavanderia. Haja água e sabão.
Aliás, por falar em água, os ocupantes do barco já começaram a desistir de remar. Já sentiram que a maré está violenta e remar contra ela trabalho perdido. Presentindo que mais cedo ou mais tarde o barco vai acabar afundando, até quem estava tocando o barco e que deveria ser o último a abandonar a nau, já pôs seu colete salva-vidas e tchau! Como sempre... não sei, não vi, não participei, não conheço, não fui eu que coloquei ele lá, não votei nele...
Como bom nordestino: "farinha pouca, meu pirão primeiro"

ACONTECEU

As coisas não estão escuras somente para o lado do Presidente do Senado, coincidentemente, durante a chopada oferecida pelo Presidente Obama ao professor de Harvard Henry Louis Gater Jr. e o policial que o prendeu, em uma das fotos publicada no G1, vê-se 4 canecas de chopp sobre a mesa, sendo três claros, um do Presidente Obama, outro do vice-Presidente e outro do policial James Crowley, o único chopp escuro estava com o professor.

MAIS UM DESCASO

As autoridades de saúde continuam proporcionando o aumento de óbitos no País. Mais uma vítima da gripe suína, desta vez um rapaz de 19 anos. Depois de percorrer hospitais no Rio de Janeiro. A primeira vez que procurou atendimento médico foi no Hospital Lourenço Jorge na Barra da Tijuca, já apresentava um quadro que caracterizava ser portador do vírus H1N1, mesmo assim o mandaram para casa. Na noite do mesmo dia voltou ao hospital, com febre alta e sangramento na garganta. No dia 26 foi levado ao Hospital Miguel Couto onde foi medicado com o mesmo remédio que havia sido ministrado no hospital Lourenço Jorge. Segundo a família, o jovem nesta semana voltou ao Lourenço Jorge com um quadro de pneumonia, provavelmente provocado pelo H1N1. Ou seja, nenhum exame, que qualquer leigo indicaria para um quadro que se apresentava grave, foi requisitado ou pelo menos recomendado. Como resultado dos parcos conhecimentos médicos, ou imprudência, negligência, com corroboração da ingerência por parte das autoridades responsáveis pela saúde, o jovem veio a falecer.

CHUMBINHO PERDIDO

Um pombo que transportava uma bateria e um carregador de celular teve suas asas atingidas por "chumbo perdido". O pombo foi encontrado no 4º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. A polícia acredita que a carga possivelmente tinha como destino o presídio central, pois a mesma, segundo policiais que a viram em pleno vôo, disseram que ela voava naquela direção. Depois de 1 hora e 40 minutos de cirurgia para retirada dos projéteis (chumbinhos) a ave se recupera bem.

DEPÓSITO DE DELINQUENTES

Depois do Paraná, agora é a vez de Mato Grosso do Sul. Presos acusados de mandar matar o diretor de Bangu 3 podem voltar ao Rio de Janeiro. Coisa boa ninguém manda pro Rio, agora criminosos, traficantes e outros bichos mais, querem dar como destino a cidade que já não é tão maravilhosas como em outros tempos.
Não sei por que ainda não ofereceram asilo político, aqui no Brasil, ao presidente deposto de Honduras. O cara também é bom de armação. Acontece que lá os argumentos apresentados para uma disfarçada continuação no poder, não funcionaram. Ou seja, sacaram antes.
Agora o mocinho que tanto "defende" a democracia, tenta instigar partidários para um retorno perigoso a Honduras. Ele melhor do que ninguém sabe que uma tentativa desse tipo pode transformar Honduras num campo de batalha.

Os anjinhos já estão mechamando para contar carneirinhos.
F U I



quarta-feira, 29 de julho de 2009

A GRIPE CONTINUA

O que é que as autoridades responsáveis pela saúde estão esperando?
Existe de fato no Brasil um surto de gripe já instalado, principalmente em algumas cidades brasileiras. Pelo que se tem visto pelos noticiários é um número cada vez mais crescente de contaminados. O atendimento nos postos de saúde não vem sendo realizado a contento. A desinformação, até mesmo entre médicos, tem sido vista e interpretada pela população como um "cego em tiroteio", ou seja, o que fazer? Pra onde eu corro?. O número de leitos em hospitais não estão sendo suficientes para atendimento aos doentes. O que está sendo feito nos hospitais: - o paciente chega, depois de uma longa e tenebrosa espera ele é atendido. Só que nesse atendimento é feita uma avaliação supérflua sobre o estado gripal do atendido. Não é olhando simplesmente para uma pessoa que se possa ter uma avaliação correta sobre seu estado de saúde. Muitas vítimas já não estão mais aqui para testemunhar o que falo. Não sou médico, mas não sou totalmente leigo. Todo e qualquer pessoa que chegue a um hospital com suspeita do vírus H1N1, teria que ser encaminhada a um laboratório de patologia clínica, para, depois dos exames, aí sim ter um diagnóstico conclusivo sobre o caso, e não simplesmente achar que é uma gripe comum e mandá-lo de volta para casa.

VOLTA ÀS AULAS

É preocupante para os pais no retorno de seus filhos às salas de aulas. As autoridades em educação escolar estão estudando a possibilidade de prolongar o retorno dos alunos ao colégio. Ora, se já existe um vírus instalado no Estado, não vejo a necessidade de reunião para decidir se prorroga as férias ou não. Num mundo civilizado, humano e consciente de sua responsabilidade não tem o que se pensar quando um problema de saúde chega ao ponto que chegou. O Estado já deveria há muito tempo ter se pronunciado em prorrogar por tempo indeterminado o retorno às aulas, até que se tenha um conhecimento real da situação. Não adianta voltar às aulas e depois, espero e faço votos que não, ter que suspender por algum aluno ter contraído a doença. O mais recomendável é que se espere para ver até onde vai a situação, ou se algum medicamento (vacina) seja produzida num curto intervalo de tempo, visando coibir o alastramento da gripe. Ao lerem este blog talvez me façam a pergunta: e se a epidemia se prolongar até o final do ano, as crianças vão ter que se prejudicar? Eu respondo: a perda de um ano letivo não é igual a perda de uma vida.

O CASO É MUITO SÉRIO E AS AUTORIDADE DE SAÚDE TÊM QUE CONSIDERAR O CASO COMO ELE É. COMO ELE ESTÁ SE APRESENTANDO. O Nordeste já teve seu primeiro óbito causado, tudo indica, pelo vírus H1N1. Não sei se os senhores estão lembrados... mas o Ministro da Saúde no início da proliferação da gripe, falava que o Brasil estava preparado para uma possível pandemia aqui em nosso território. Depois falou que a população não deveria ficar apavorada porque o sistema de saúde já estava tomando todas as providência para a prevenção e combate da doença. O que se vê hoje é uma saúde atordoada, porque não se sabe até onde vai a extensão deste problema; falta de leitos suficientes para atender à população infectada; e o número de mortos crescendo a cada dia. Agora os médicos estão com um outro problema - as grávidas - como fazer diante dos fatos? O que existe na realidade é um desconhecimento total por parte da saúde com relação ao poder do vírus e as formas como ele se propaga, já que alguns doentes não tinham tido nenhum contato com outras pessoas já atingidas pela doença.

Cabe ao Governo Federal chamar seu Ministro da Saúde para tentar achar uma forma de se conseguir uma verba especial para investimento na saúde, visando a prevenção e o tratamento do H1N1, nos Estados onde o vírus tenha o maior índice de incidência. Ou será que ele vai esperar que a doença cause mais vítimas para poder se tomar uma providência mais efetiva?

O Senhores Senadores até agora não se manifestaram em nada sobre o assunto. Estão mais preocupados em destituir o Presidente do Senado, visando, quem sabe, ocupar o seu lugar. Porque simplesmente afastá-lo não vai resolver o problema já criado e sem solução, porque para se ter uma solução teria que anular todos os atos secretos, colocar na rua os responsáveis, além de confiscar todos os seus bens para diminuir o prejuízo que causaram aos cofres públicos.
Parem de hipocrisia e se volte para a saúde do povo brasileiro, que hoje se vê à mercê de uma epidemia alarmante que se instalou e está se espalhando no País.
Suspender o recesso parlamentar, simplesmente para tratar de um assunto que se pode esperar, não é admissível, uma vez que existe um problema gravíssimo de saúde, à espera de alguém que apresente uma solução IMEDIATA, pois o caso assim requer.

Gostaria muito que o assunto aqui comentado fosse lido por todos que vivem nas áreas de abrangência do H1N1, para que, juntos fizessem uma manifestação pública para chamar a atenção de nossos governantes, que assiste a tudo de camarote, dando paliativos para enganar os menos esclarecidos.
Por hoje é só, já não estou mais aguentando tanto descaso com a nossa saúde. Que Deus nos proteja dessas duas doenças que assolam o nosso País: H1N1 e Políticos, TODOS.

Fui

a GRIPE CONTINUA

A GRIPE CONTINUA

sábado, 25 de julho de 2009

PEGADINHA

Este fato que vou descrever aconteceu na Redação de um jornal do Rio de Janeiro. A Redação de um Jornal, não é diferente de outros ambientes de trabalho. Existem aqueles funcionários sérios, caras de durão, e existem outros que pela cara já se vê que são brincalhões. Muito bem! Quando trabalhei em Jornal conheci um rapaz que trabalhava como contínuo da Redação. Sempre descia com matéria para serem composta na redação, e também com fotografia para ser preparada para a edição do dia seguinte. Todas as vezes que ele descia dava uma passadinha pra bater um papinho rápido com a rapaziada. Numa segunda-feira, sentido a falta desse nosso coleguinha, comentei com um companheiro de trabalho: o nosso amiguinho ainda não apareceu por aqui. Foi quando o companheiro me contou o que havia acontecido com ele. O Secretário da Redação desse jornal, na época desse fato, era um senhor chato pra caramba, sisudo, quase não ria. Não sei se era a esposa que dormia sempre de caça comprida, ou se ele estava sempre com a hemorróida inflamada. O Zé detestava ele. E falava sempre que se algum dia acertasse na loteria esportiva subiria em cima da mesa em frente a do chefe e falaria o seguinte: Fulano, você agora pode me mandar embora, que não preciso mais deste emprego, vá pra pqp e outras coisas mais. Ele sempre falava que se desse a sorte de acertar, que iria chingar até a última geração do seu chefe. Os repórteres, sabendo que o Zé detestava o chefe, e que toda semana fazia a sua fezinha na loteria, descobriram que o Zé quando ia pra casa deixava sempre o seu jogo na sua gaveta. Os caras, sabendo que a gaveta dele estava sempre aberta, pegaram a aposta que o Zé fizera e afixaram num quadro de aviso que existia na redação, como sendo os resultados dos jogos da loteria esportiva.
Na segunda-feira quando o Zé chegou para o trabalho, foi conferir os resultados, coisa que ele fazia todo início de semana. Enquanto ele conferia o resultado a galera ficou olhando disfarçadamente, pra ver qual era a reação do rapaz. De repente o Zé solta um grito: pula em cima de uma mesa que ficava em frente a do seu chefe e começou a falar - fulano, com o chefe, filho de uma ..., pode me mandar embora que eu não estou nem aí, seu filho... e repetiu o palavrão. Eu falei que no dia que eu acertasse na loteria eu ia te chamar de tudo que você é. Vai, pode me mandar embora agora. O chefe a essas altura não estava entendendo nada do acontecido. Foi quando, não sei quem falou pra ele que alguém teria copiado o jogo dele e colocado no quadro de aviso, como sendo o resultado dos jogos do final-de-semana da loteria esportiva.
O chefe pediu silêncio, mandou que o rapaz descesse da mesa, chamou ele em particular e mandou que ele fosse pra casa descansar a cabeça. Aí contou pra ele, pro Zé, o que estava acontecendo. Dizem que o Zé, coitadinho, baixou a cabeça pegou seus pertences que estavam na gaveta e foi embora, só voltou ao jornal no dia seguinte para receber o aviso prévio.
Quanto ao repórter que fez essa tremenda brincadeira de mau gosto, não foi descoberto pelo chefe da redação, mas todos ficaram proibidos de colocar resultados de jogos no quadro de aviso, além de uma boa lição de moral.
O dia-a-dia de uma redação é muito engraçado e cheio de fatos curiosos.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

S U Í N A

A quebra de patente, sugerida hoje pela Presidenta da Argentina, em reunião de representantes do Cone Sul, teve dois aspectos importantíssimos para o combate da Gripe Suína: o primeiro diz respeito a sensibilidade humana daquela mandatária. Vendo a cada dia, a cada hora, o crescimento de vítimas infectadas e fatais, principalmente nos países do Cone Sul, teve a coragem, que até então ninguém tivera, que foi sugerir a quebra de patente da vacina contra a gripe suína. O segundo aspecto foi o de mostrar aos demais participantes do encontro que ao inimigo não se manda flores e nem dá chances para que ele se fortaleça. Protocolo, ética, bons modos, respeito aos direitos, se dar em tempos de paz, não é o caso de agora. Estamos numa guerra, onde o inimigo não dá trégua, não tem pátria, religião, costumes, leis, ou outro qualquer mecanismo que se usa numa sociedade serena. Marcar reunião para se tentar autorização não sei de quem, para que se possa fabricar uma vacina para ser usada, quem sabe quando, enquanto a perda de vidas aumenta todos os dias, não tem cabimento e nem se deve esperar.
HONDURAS
O Presidente deposto fala a toda hora que é de paz, que vai voltar ao governo visando restaurar a paz. Seria ótimo se, com a sua volta a paz fosse restabelecida. Mas ele sabe que não é bem assim, o governo golpista diz que se ele voltar será preso, a população, não sei em qual percentual, defende a sua volta, valeria a pena arriscar? valeria a pena pagar pra ver?E se o tiro sair pela culatra, ou seja, e se ao invés de paz, se instalar o terror e vier uma guerra civil? Democracia sim! Guerra Civil não!Numa democracia todos ganham, numa guerra todos perdem, e apenas uma parte se considera vitoriosa. Essa parte chama-se ego. Onde o próximo não existe, o que existe e importa é o seu "eu", mentalidade arcaica, mesquinha e desumana.
FLAMENGO
Sai Cuca, sai também o Cleber Leite, sai não sei mais quem... daqui a pouco sai até o presidente.
FLUMINENSE
Arrogância com carinha de ovelha não ganha jogo. Bom só conheci um até hoje: Jesus Cristo - não jogava futebol, mas comanda a galera.
BOTAFOGO
Sem comentário. Continua o mesmo.
VASCO
Até que enfim começou a acertar. Vamos ver se não tropeça em algum degráu.
E A PETROBRAS, HEIN?
Parece que jogaram um bigode em cima para esquecê-la!!!???
Já falei demais
F U I

quinta-feira, 23 de julho de 2009

UMAS E OUTRAS

O fato que passo a descrever aconteceu na cidade do Rio de Janeiro nos idos dos anos 70. Vou chamar de João a pessoa de quem eu vou comentar, para preservar o seu nome. João era um funcionário público já conhecido de seus colegas pelas muitas que ele aprontava. Não que ele fosse uma má pessoa, mas pelas que ele criava e se envolvia, tudo indicava, como se costuma dizer, que ele tinha um parafuso a menos. João alugou uma casa num bairro de Niterói, com o prazo para devolução do imóvel, de dois anos. O contrato foi registrado em cartório, tudo direitinho como reza a maioria dos contratos de locação de imóveis. Ao término do contrato João procurou o proprietário para devolver o citado imóvel. O dono do bem perguntou se ele, o João, estava deixando a casa como encontrou, ou seja, pintada e em boas condições de moradia. João respondeu que só faltava a pintura nova. O proprietário disse que só poderia receber as chaves do imóvel depois de verificar as condições em que o mesmo se encontrava. João coçou a cabeça... olhou para os lados, assim como quem pensou... caramba e agora... depois voltou a encarar o proprietário e fez a seguinte pergunta: depois que eu pintar o senhor recebe as chaves? O dono do imóvel respondeu que sim. João foi embora, procurou um advogado amigo seu e perguntou se ele estava de fato obrigado a pintar o imóvel para entregá-lo. O advogado falou que sim. João saiu meio chateado com a afirmativa de que teria que pintar o imóvel. Dois dias depois voltou à casa do proprietário para entregar as chaves. Este por sua vez não aceitou receber as chaves sem antes verificar se de fato o imóvel havia sido pintada. Dirigiu-se com o João para fazer a vistoria. De longe quando avistou o imóvel levou o maior susto. De fato o João havia pintado a casa, não somente as paredes, como também as janelas, só que na cor preta. O dono quase morreu de raiva. Foi quando João falou pra ele: no contrato que nós fizemos não constava a cor da tinta que eu deveria usar para pintar a casa.

Um outro fato interessante foi o da criação de galinhas em sociedade com um colega de trabalho. Vou chamar o colega do João, de Antônio, para preservar sua identidade. João convidou o Antônio para fazerem uma sociedade com criação de galinhas. Antônio perguntou: como é que vamos criar essas galinha? João respondeu: no meu quintal, porque além de grande ninguém vai entrar lá pra roubar nada. Muito bem! Concordou o Antônio. Compraram as galinha e João passou a criá-las para no futuro comercializar não somente as galinhas, como também os ovos. João tinha uma filha adolescente que morava no subúrbio do Rio, não me recordo agora o bairro. Um certo dia João chegou no ponto de ônibus que o levaria até a casa de sua filha, com um saco cheio de galinhas. Quando ele foi entrar no coletivo, o cobrador falou que ele não poderia viajar com aves vivas no interior do ônibus. João não teve dúvida: abriu a boca do saco que estava transportando as aves e começou a tirar uma por uma e torcendo o pescoço delas. Quando terminou de matar a última, perguntou ao cobrador: e agora eu posso? O cobrador falou que sim e que ele não precisaria pagar a passagem, poderia entrar pela porta trazeira. Eu acredito que o cobrador desconfiou que o João não era lá muito certo das ideias.
As galinhas que o João estava transportando era para o aniversário da filha que estaria completando 15 anos de idade. Este fato se deu num dia de sábado. Na segunda-feira João foi trabalhar e assim que chegou no local de trabalho foi procurar o Antônio. Quando o sócio e colega de trabalho viu o João, com a cara meia desconfiada, perguntou: que é que há meu amigo, estou te vendo meio triste, aconteceu alguma coisa? João respondeu: você não sabe o que aconteceu... deu ladrão no meu quintal e vou te falar uma outra coisa que você nem vai acreditar: roubaram todas as suas galinha, só deixaram as minhas...

AGORA O FUTEBOL

A dança das cadeiras de técnico de futebol já se tornou coisa corriqueira. O time basta perder duas partidas e empatar mais duas ou três para que a diretoria do clube dispense o treinador. Tudo bem, toda e qualquer atividade profissional carece de alguém para instruir, coordenar, etc. No futebol não pode ser diferente. Agora, responsabilizar o técnico por toda atuação fraca de um time... sinceramente, acredito que não é o lógico. Defendo essa tese lembrando da Copa do Mundo de 1958. Dizem que o técnico Vicente Feola, depois que a Seleção Brasileira entrava em campo, ele sentava no banco de reserva e tirava o maior cochilo. Moral da história: considerando o nível daquela seleção, e a atitude do Feola, deixa claro que o que tem que mudar quando um time de futebol apresenta uma série de resultados negativos, é jogador e não o técnico. É que naquela época se jogava mais por amor à camisa. Hoje ganha-se uma fábula e joga-se uma pedrinha. Brincadeira!
Outra coisa que poderia mudar no Brasil, com relação a Seleção Brasileira de Futebol, seria a convocação de jogadores que estivessem defendendo clubes no Brasil e não no exterior. Aí sim, poderíamos chamar de Seleção Brasileira. Hoje nós temos condições de formar uma seleção com jogadores que atuam no nosso futebol, em condições de igualdade com essa de "estrangeiros", que muitas vezes deixam a desejar.

Um abraço galera brasileira

quarta-feira, 22 de julho de 2009

CUIDADO COM O PAPAGAIO

A história é parecida com a que eu li hoje nos jornais escritos e falados.
Um carteiro entrou numa viela para fazer a entrega de uma carta. Na entrada havia um aviso: cuidado com o papagaio. O carteiro continuou distribuindo as cartas na vila, sem dar nenhuma importância ao aviso. Lá adiante, outro alerta: cuidado com o papagaio. O rapaz deu uma paradinha, olhou para trás e falou com seus botões - ora só... quem é que vai ter medo de papagaio e continuou fazendo suas entrega. Quando estava na metade do percurso, na vila, escutou o papagaio gritar: pega ele REX. Aí ele olhou para trás e viu um tremendo cachorro, que atendendo ao mando do papagaio avançou em sua direção. Foi quando ele se deu conta do porquê da advertência sobre o papagaio.

As coisas acontecem mais ou menos assim:
- Você sabe com quem está falando;
- cuidado com o que diz;
- pega leve (como se diz na gíria);
- depois não diga que eu não avisei;
- cuidado, a coisa pode ficar pior; e assim por diante.

Muito bem! Quando é pra punir um sem-pai, é fácil. Tipo tribunal de inquisição. Mas quando se trata de medalhão, quando se trata de parte da escora da casa, ou seja, alguém que faz parte da "sustentação do Governo"... tem que ir devagar com o andor, porque o santo... não que ele seja de barro, não! É porque ele tem uma biografia. Meu Deus do Céu, todo mundo tem uma biografia, seja ela boa, má, bonita, feita, desastrosa, comprometedora, mas tem que ter. Um passado brilhante não significa dizer que vai ter um presente turvo ou vice-versa. Todo mundo é inocente até que se prove o contrário. Não quero aqui dizer que A ou B tenha tido um passado ou um presente turvo ou brilhante. O que eu quero chamar a atenção é para o fato de quando existe alguém do lado de lá com algum comprometimento, seja de ordem jurídica, administrativa ou ética, surge logo a proteção e/ou advertência por parte do Planalto.

O noticiário da TV divulga, hoje, trechos da conversa envolvendo o filho do Presidente do Senado, a neta e o próprio Presidente, gerenciando um emprego na Casa para o namorado de sua neta.

O Presidente Lula falou que os escândalos em seu Governo estão aparecendo porque estão sendo investigados. Mas é claro que eles devem ser investigados. O problema consiste é em punir os responsáveis, coisa que não acontece. Melhor seria que não se investigasse, porque só assim não se criaria CPIs, ocupando os parlamentares com coisas que já se sabe que não vai dar em nada. Deixando de se votar pautas de interesse do País. As CPIs neste Governo só se cria se seu relator ou presidente for de algum partido político de "Sustentação do Governo".

E agora vem a ameaça direta. Como se diz: para um bom entendedor basta um ponto. O que se viu foi um pontilhado. É essa a Democracia?

Cuidado com o Cara. Digo, cuidado com o papagaio.



segunda-feira, 20 de julho de 2009

PANDEMIA

Pandemia falada por aqueles que podem fazer de tudo para reverter o quadro, e temida por outros que nada podem fazer para evitar a contaminação. É assim, sim! Quando da epidemia da dengue vários postos de saúde improvisados pelo Exército Brasileiro foram criados para dar atendimento ao grande número de pessoas infectadas.
Esta nova gripe, a suína, merece por parte das autoridades de saúde, comportamento semelhante ao que tiveram com a dengue. O número de infectados vem crescendo de forma desordenada, a população procura os postos de saúde e o atendimento é precário, até nas clínicas particulares o problema é o mesmo. São adultos, crianças e idosos procurando atendimento, sem saber o que fazer para serem atendidos, já que o número de médicos e de postos de saúde não estão dando conta para a prestação de serviços.
O Governo tem que tomar medidas de prevenção para conter o crescimento de infectados no País, nem que essas medidas sejam consideradas drásticas, como por exemplo: a proibição do funcionamento de casas de espetáculos, onde exista aglomerações, o aumento do efetivo em ambulatórios para exames, o aumento de médicos, a criação, junto ao Exército, de tendas, como as que foram criadas durante o surto da dengue, distribuir máscaras para evitar que o vírus seja transmitido facilmente, como é o caso no momento, além de outras medidas que o Ministério da Saúde achar conveniente.
Alerta autoridades! Alerta porque o caso é sério e esse vírus não escolhe país, estado, município, nem classe social para atacar. E tem mais, só se morre uma vez.
A PREVENÇÃO É A FORMA MAIS SENSATA E BARATA DE COMBATER QUALQUER DOENÇA!
Vamos esquecer as improbidades administrativas que rondam Brasília, vamos esquecer os atos falhos, quero dizer, os atos ilícitos, perdão, digo: os atos secretos, VAMOS PARAR DE VIAJAR, porque o País não é uma agência de turismo e vamos cuidar dos deveres de casa. Quando um pai se ausenta da família boas coisas não acontecem dentro de casa, os exemplos estão aí.
Por hoje é só.