Outro dia escutei um papo entre dois ocupantes de uma sala em Tegucigalpa. Um deles estava aconselhando a um presidente deposto. Ouvi do conselheiro o seguinte: por que você não pede logo esse asilo? O companheiro respondeu - sei não, estou meio confuso, estou esperando o interino baixar a guarda para dar o golpe certeiro. O conselheiro então mostrou pra ele o caminho das pedras: olha aqui companheiro, lá na Ilha de Vera Cruz a Democracia é plena. O companheiro que não entende nada de Democracia, perguntou: como plena? O conselheiro então explicou - é o seguinte: lá você pode fazer o que quiser que não dar em nada. Você pode ficar um tempinho como asilado político e depois você pede para naturalizar-se e passa a gozar de todos os direitos como se fosse nato da terrinha. Aí o companheiro falou: boa idéia. Se é assim diga ao povo que eu vou. Mas ainda tinha dúvida de alguma coisa, como por exemplo, aquele papo de que lá se podia fazer de tudo que não dava em nada. Aí o conselheiro trocou em miúdos - É assim, se você comete um crime como aquele apelidado de "colarinho branco" e a promotoria quer te ferrar, logo a defensoria argumenta que não foi bem assim que o fato aconteceu... e o processo é arquivado por insuficiência de prova. Aí o companheiro se animou e falou, ah é assim? Então é melhor que bom.
Mas tem uma coisinha que eu esqueci de explicar, completou o conselheiro. Que coisinha? Perguntou. Então o conselheiro detalhou: pra você conseguir tudo isso que eu te falei, primeiro você tem que ter cacife. O que é que é isso? Perguntou o companheiro. É mais ou menos o seguinte: tem que ter dinheiro em primeiro lugar, não ter posição definida, aí veio a dúvida: o que é não ter posição definida? É ser como se diz por lá: maria vai com as outras, ou seja, esquecer esse negócio de hombridade e conseguir um bom reduto eleitoral... aí o companheiro perguntou - se eu estou chegando há pouco... como é que eu vou conseguir um bom reduto eleitoral? Ué? Se você já tem o dinheiro, o resto é mole. Ah, sim, não esquecendo... é muito importante que você faça parte da turma de sustentação. O que é fazer parte da turma de sustentação. Isso é outra história que se aprende quando você estiver lá.
Fui tomar um cafezinho e quando voltei me sentei ao lado dos dois que ainda estavam conversando. E o conselheiro não parava de falar. Ouvi ainda o seguinte: Pô cara, você foi fundo demais, esse tipo de tentativa de golpe, com esse papo de reverendo, de pebliscito já está manjado demais. Se você for mesmo lá pra Ilha, tente um cargo eletivo, comece a aparecer nas fotos, comece a instigar alguma coisa que você vai se dar muito bem por lá. E se tentarem alguma coisa contra mim, por exemplo - tentarem me prender por ter falado demais, por ter visto alguma coisa, por ter ouvido demais... Não se preocupe, disse o conselheiro. É só você dizer que não falou nada, não viu nada, não ouviu p. nenhuma e pronto. Mas, se forçarem uma barra e provarem tudo que eu estiver negando? Perguntou o companheiro. Aí você parte pra outra estratégia: simplesmente você diz que você não é você e pronto, papo encerrado.
O companheiro baixou a cabeça como se estivesse meio na dúvida, matutando... e partiu para nova indagação. Mas companheiro, me diga uma coisinha mais: e se o bicho pegar de verdade e eu não tiver outra saída? Isso aí também é mole, se o bicho estiver pegando entra a turma de choque. O que é que é isso? Perguntou o companheiro. É a rapaziada da salvação dos devedores - quando eles sentem que não tem saída, arranjam um cargo de ministro e você se torna imune, uma espécie de vacina muito usada la na Ilha. E o companheiro não parava de fazer perguntas. Posso te fazer mais uma? Perguntou o companheiro. Claro, fique à vontade. E quando acabar a minha imunidade por aqui? Logo veio a resposta: não tem problema se arranja um cargo de adido num país qualquer deste imenso planeta e te esquecem.
Quem sabe um dia quando você já estiver por lá, não vão achar que você é o cara?
NÃO FUI EU QUE ESCREVI ISTO AQUI.
domingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
RIO 2016
O Rio de Janeiro está de parabéns! Não resta dúvida de que o evento trará inúmeros benefícios para a cidade. O turismo por ser uma indústria sem chaminé será uma das grandes fontes geradoras de emprego, além de dar início, desde já, ao funcionamento de suas máquinas. A indústria da construção civil vai abrir um mercado de trabalho com números expressivos de vagas no setor. Enfim, uma verdadeira olimpíada para o nosso crescimento.
Os preparativos para este acontecimento já começaram a passos largos. O Presidente Lula foi incansável na luta para que as olipíadas pudessem ser realizadas em nosso País. O Governador Sérgio Cabral e O Prefeito Eduardo Paes vão ter muito o que fazer em suas gestões. Porque sediar uma Olimpíada a cidade-sede tem que estar muito bem preparada não somente no tocante às acomodações para os atletas, como também uma estrutura hoteleira condizente com o evento, além de um suporte médico-hospitalar para atletas e público. Um outro ponto muito importante é a segurança não só dos competidores como do público assistente.
SAÚDE X SEGURANÇA
Todos nós sabemos dos grandes problemas em nosso Estado que são a Saúde e a Segurança. Como que os governos estadual e municipal vai fazer para sanar essas deficiências?
A saúde no Brasil é uma vergonha. Há poucos dias vimos pela televisão um motorista de táxi implorando na porta de um hospital, de joelhos, para que uma criança fosse atendida, depois de peregrinar por outros centros de saúde, sem sucesso. Aquilo me doeu, como deve ter doído a todos que assistiram pela TV àquela cena deplorável, desumana e mesquinha.
Será que em 2016 os serviços de saúde já estarão em condições de atenderem a demanda que é uma Olimpíada? Porque já se passaram 2009 anos e o que vemos até agora é uma população pobre, sem ter condições de pagar um plano de saúde para ter um atendimento apenas razoável ou simplesmente bom. Temos apenas 6 anos para consertarmos o que não conseguimos em dois mil e nove anos. A não ser que o Comitê Olímpico crie um sistema de saúde só para atendimento dos participantes do evento. Porque se formos contar com o existente atualmente estaremos todos perdidos.
Com relação a Segurança acredito que será bem mais fácil de administrar, pois já tivemos esperiência da Eco-95, se não me falha a memória. Ali o que vimos foi um Rio realmente guarnecido. Mas temos que deixar claro que as Forças Armadas estiveram presente durante todo o período do Encontro. Mas temos que lembrar, também, que a segurança por parte das Forças Armadas foi somente enquanto durou o encontro, depois a situação de insegurança voltou à normalidade. E vejam que a criminalidade de lá da Eco-95 pra agora teve um aumento assustador, imaginem em 2016 como não estará a situação.
A euforia é grande principalmente por parte dos governos Federal, Estadual e Municipal. Mas é preciso lembrar que é apenas um evento, como o próprio nome já diz. Não é permanente. Acabou, acabou. Vai ficar apenas na história do Esporte Olímpico os nomes daqueles que organizaram a olimpíada, bem como os governos da época. Talvez, e até acredito, que seja este o grande motivo de tão grande euforia. Afinal, tudo que se organiza aqui é pensando no bem-estar dos que MANDAM, pois as eleições, como as olimpíadas têm datas marcadas. E quem não gosta de aparecer na foto? O Brasil está cheio de garotos propaganda.
Como diz a música de Chico Buarque: aqui na terra estão jogando futebol, tem muito samba muito show e rock and roll.
Fui
Os preparativos para este acontecimento já começaram a passos largos. O Presidente Lula foi incansável na luta para que as olipíadas pudessem ser realizadas em nosso País. O Governador Sérgio Cabral e O Prefeito Eduardo Paes vão ter muito o que fazer em suas gestões. Porque sediar uma Olimpíada a cidade-sede tem que estar muito bem preparada não somente no tocante às acomodações para os atletas, como também uma estrutura hoteleira condizente com o evento, além de um suporte médico-hospitalar para atletas e público. Um outro ponto muito importante é a segurança não só dos competidores como do público assistente.
SAÚDE X SEGURANÇA
Todos nós sabemos dos grandes problemas em nosso Estado que são a Saúde e a Segurança. Como que os governos estadual e municipal vai fazer para sanar essas deficiências?
A saúde no Brasil é uma vergonha. Há poucos dias vimos pela televisão um motorista de táxi implorando na porta de um hospital, de joelhos, para que uma criança fosse atendida, depois de peregrinar por outros centros de saúde, sem sucesso. Aquilo me doeu, como deve ter doído a todos que assistiram pela TV àquela cena deplorável, desumana e mesquinha.
Será que em 2016 os serviços de saúde já estarão em condições de atenderem a demanda que é uma Olimpíada? Porque já se passaram 2009 anos e o que vemos até agora é uma população pobre, sem ter condições de pagar um plano de saúde para ter um atendimento apenas razoável ou simplesmente bom. Temos apenas 6 anos para consertarmos o que não conseguimos em dois mil e nove anos. A não ser que o Comitê Olímpico crie um sistema de saúde só para atendimento dos participantes do evento. Porque se formos contar com o existente atualmente estaremos todos perdidos.
Com relação a Segurança acredito que será bem mais fácil de administrar, pois já tivemos esperiência da Eco-95, se não me falha a memória. Ali o que vimos foi um Rio realmente guarnecido. Mas temos que deixar claro que as Forças Armadas estiveram presente durante todo o período do Encontro. Mas temos que lembrar, também, que a segurança por parte das Forças Armadas foi somente enquanto durou o encontro, depois a situação de insegurança voltou à normalidade. E vejam que a criminalidade de lá da Eco-95 pra agora teve um aumento assustador, imaginem em 2016 como não estará a situação.
A euforia é grande principalmente por parte dos governos Federal, Estadual e Municipal. Mas é preciso lembrar que é apenas um evento, como o próprio nome já diz. Não é permanente. Acabou, acabou. Vai ficar apenas na história do Esporte Olímpico os nomes daqueles que organizaram a olimpíada, bem como os governos da época. Talvez, e até acredito, que seja este o grande motivo de tão grande euforia. Afinal, tudo que se organiza aqui é pensando no bem-estar dos que MANDAM, pois as eleições, como as olimpíadas têm datas marcadas. E quem não gosta de aparecer na foto? O Brasil está cheio de garotos propaganda.
Como diz a música de Chico Buarque: aqui na terra estão jogando futebol, tem muito samba muito show e rock and roll.
Fui
quinta-feira, 30 de julho de 2009
O BICHO TÁ PEGANDO
A crise no Senado a cada dia que passa aumenta mais. São 11 ações encaminhadas ao Conselho de Ética contra José Sarney. Cinco representações do PSOL e 3 do PSDB, além de seis denúncias, sendo 4 do líder tucano Arthur Virgílio e duas assinadas em conjunto pelos Senadores Cristovam Buarque e Arthur Virgílio. As ações visam responsabilizar Sarney pelos atos secretos e possível participação em esquema de desvio de dinheiro do patrocínio cultural da Petrobras, pela fundação que leva seu nome. Agora é a vez de Renan partir em defesa de Sarney com a ameaça de uma representação contra o líder tucano. Pelo visto deve ter muita roupa suja na lavanderia. Haja água e sabão.
Aliás, por falar em água, os ocupantes do barco já começaram a desistir de remar. Já sentiram que a maré está violenta e remar contra ela trabalho perdido. Presentindo que mais cedo ou mais tarde o barco vai acabar afundando, até quem estava tocando o barco e que deveria ser o último a abandonar a nau, já pôs seu colete salva-vidas e tchau! Como sempre... não sei, não vi, não participei, não conheço, não fui eu que coloquei ele lá, não votei nele...
Como bom nordestino: "farinha pouca, meu pirão primeiro"
ACONTECEU
As coisas não estão escuras somente para o lado do Presidente do Senado, coincidentemente, durante a chopada oferecida pelo Presidente Obama ao professor de Harvard Henry Louis Gater Jr. e o policial que o prendeu, em uma das fotos publicada no G1, vê-se 4 canecas de chopp sobre a mesa, sendo três claros, um do Presidente Obama, outro do vice-Presidente e outro do policial James Crowley, o único chopp escuro estava com o professor.
MAIS UM DESCASO
As autoridades de saúde continuam proporcionando o aumento de óbitos no País. Mais uma vítima da gripe suína, desta vez um rapaz de 19 anos. Depois de percorrer hospitais no Rio de Janeiro. A primeira vez que procurou atendimento médico foi no Hospital Lourenço Jorge na Barra da Tijuca, já apresentava um quadro que caracterizava ser portador do vírus H1N1, mesmo assim o mandaram para casa. Na noite do mesmo dia voltou ao hospital, com febre alta e sangramento na garganta. No dia 26 foi levado ao Hospital Miguel Couto onde foi medicado com o mesmo remédio que havia sido ministrado no hospital Lourenço Jorge. Segundo a família, o jovem nesta semana voltou ao Lourenço Jorge com um quadro de pneumonia, provavelmente provocado pelo H1N1. Ou seja, nenhum exame, que qualquer leigo indicaria para um quadro que se apresentava grave, foi requisitado ou pelo menos recomendado. Como resultado dos parcos conhecimentos médicos, ou imprudência, negligência, com corroboração da ingerência por parte das autoridades responsáveis pela saúde, o jovem veio a falecer.
CHUMBINHO PERDIDO
Um pombo que transportava uma bateria e um carregador de celular teve suas asas atingidas por "chumbo perdido". O pombo foi encontrado no 4º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. A polícia acredita que a carga possivelmente tinha como destino o presídio central, pois a mesma, segundo policiais que a viram em pleno vôo, disseram que ela voava naquela direção. Depois de 1 hora e 40 minutos de cirurgia para retirada dos projéteis (chumbinhos) a ave se recupera bem.
DEPÓSITO DE DELINQUENTES
Depois do Paraná, agora é a vez de Mato Grosso do Sul. Presos acusados de mandar matar o diretor de Bangu 3 podem voltar ao Rio de Janeiro. Coisa boa ninguém manda pro Rio, agora criminosos, traficantes e outros bichos mais, querem dar como destino a cidade que já não é tão maravilhosas como em outros tempos.
Não sei por que ainda não ofereceram asilo político, aqui no Brasil, ao presidente deposto de Honduras. O cara também é bom de armação. Acontece que lá os argumentos apresentados para uma disfarçada continuação no poder, não funcionaram. Ou seja, sacaram antes.
Agora o mocinho que tanto "defende" a democracia, tenta instigar partidários para um retorno perigoso a Honduras. Ele melhor do que ninguém sabe que uma tentativa desse tipo pode transformar Honduras num campo de batalha.
Os anjinhos já estão mechamando para contar carneirinhos.
F U I
Aliás, por falar em água, os ocupantes do barco já começaram a desistir de remar. Já sentiram que a maré está violenta e remar contra ela trabalho perdido. Presentindo que mais cedo ou mais tarde o barco vai acabar afundando, até quem estava tocando o barco e que deveria ser o último a abandonar a nau, já pôs seu colete salva-vidas e tchau! Como sempre... não sei, não vi, não participei, não conheço, não fui eu que coloquei ele lá, não votei nele...
Como bom nordestino: "farinha pouca, meu pirão primeiro"
ACONTECEU
As coisas não estão escuras somente para o lado do Presidente do Senado, coincidentemente, durante a chopada oferecida pelo Presidente Obama ao professor de Harvard Henry Louis Gater Jr. e o policial que o prendeu, em uma das fotos publicada no G1, vê-se 4 canecas de chopp sobre a mesa, sendo três claros, um do Presidente Obama, outro do vice-Presidente e outro do policial James Crowley, o único chopp escuro estava com o professor.
MAIS UM DESCASO
As autoridades de saúde continuam proporcionando o aumento de óbitos no País. Mais uma vítima da gripe suína, desta vez um rapaz de 19 anos. Depois de percorrer hospitais no Rio de Janeiro. A primeira vez que procurou atendimento médico foi no Hospital Lourenço Jorge na Barra da Tijuca, já apresentava um quadro que caracterizava ser portador do vírus H1N1, mesmo assim o mandaram para casa. Na noite do mesmo dia voltou ao hospital, com febre alta e sangramento na garganta. No dia 26 foi levado ao Hospital Miguel Couto onde foi medicado com o mesmo remédio que havia sido ministrado no hospital Lourenço Jorge. Segundo a família, o jovem nesta semana voltou ao Lourenço Jorge com um quadro de pneumonia, provavelmente provocado pelo H1N1. Ou seja, nenhum exame, que qualquer leigo indicaria para um quadro que se apresentava grave, foi requisitado ou pelo menos recomendado. Como resultado dos parcos conhecimentos médicos, ou imprudência, negligência, com corroboração da ingerência por parte das autoridades responsáveis pela saúde, o jovem veio a falecer.
CHUMBINHO PERDIDO
Um pombo que transportava uma bateria e um carregador de celular teve suas asas atingidas por "chumbo perdido". O pombo foi encontrado no 4º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. A polícia acredita que a carga possivelmente tinha como destino o presídio central, pois a mesma, segundo policiais que a viram em pleno vôo, disseram que ela voava naquela direção. Depois de 1 hora e 40 minutos de cirurgia para retirada dos projéteis (chumbinhos) a ave se recupera bem.
DEPÓSITO DE DELINQUENTES
Depois do Paraná, agora é a vez de Mato Grosso do Sul. Presos acusados de mandar matar o diretor de Bangu 3 podem voltar ao Rio de Janeiro. Coisa boa ninguém manda pro Rio, agora criminosos, traficantes e outros bichos mais, querem dar como destino a cidade que já não é tão maravilhosas como em outros tempos.
Não sei por que ainda não ofereceram asilo político, aqui no Brasil, ao presidente deposto de Honduras. O cara também é bom de armação. Acontece que lá os argumentos apresentados para uma disfarçada continuação no poder, não funcionaram. Ou seja, sacaram antes.
Agora o mocinho que tanto "defende" a democracia, tenta instigar partidários para um retorno perigoso a Honduras. Ele melhor do que ninguém sabe que uma tentativa desse tipo pode transformar Honduras num campo de batalha.
Os anjinhos já estão mechamando para contar carneirinhos.
F U I
quarta-feira, 29 de julho de 2009
A GRIPE CONTINUA
O que é que as autoridades responsáveis pela saúde estão esperando?
Existe de fato no Brasil um surto de gripe já instalado, principalmente em algumas cidades brasileiras. Pelo que se tem visto pelos noticiários é um número cada vez mais crescente de contaminados. O atendimento nos postos de saúde não vem sendo realizado a contento. A desinformação, até mesmo entre médicos, tem sido vista e interpretada pela população como um "cego em tiroteio", ou seja, o que fazer? Pra onde eu corro?. O número de leitos em hospitais não estão sendo suficientes para atendimento aos doentes. O que está sendo feito nos hospitais: - o paciente chega, depois de uma longa e tenebrosa espera ele é atendido. Só que nesse atendimento é feita uma avaliação supérflua sobre o estado gripal do atendido. Não é olhando simplesmente para uma pessoa que se possa ter uma avaliação correta sobre seu estado de saúde. Muitas vítimas já não estão mais aqui para testemunhar o que falo. Não sou médico, mas não sou totalmente leigo. Todo e qualquer pessoa que chegue a um hospital com suspeita do vírus H1N1, teria que ser encaminhada a um laboratório de patologia clínica, para, depois dos exames, aí sim ter um diagnóstico conclusivo sobre o caso, e não simplesmente achar que é uma gripe comum e mandá-lo de volta para casa.
VOLTA ÀS AULAS
É preocupante para os pais no retorno de seus filhos às salas de aulas. As autoridades em educação escolar estão estudando a possibilidade de prolongar o retorno dos alunos ao colégio. Ora, se já existe um vírus instalado no Estado, não vejo a necessidade de reunião para decidir se prorroga as férias ou não. Num mundo civilizado, humano e consciente de sua responsabilidade não tem o que se pensar quando um problema de saúde chega ao ponto que chegou. O Estado já deveria há muito tempo ter se pronunciado em prorrogar por tempo indeterminado o retorno às aulas, até que se tenha um conhecimento real da situação. Não adianta voltar às aulas e depois, espero e faço votos que não, ter que suspender por algum aluno ter contraído a doença. O mais recomendável é que se espere para ver até onde vai a situação, ou se algum medicamento (vacina) seja produzida num curto intervalo de tempo, visando coibir o alastramento da gripe. Ao lerem este blog talvez me façam a pergunta: e se a epidemia se prolongar até o final do ano, as crianças vão ter que se prejudicar? Eu respondo: a perda de um ano letivo não é igual a perda de uma vida.
O CASO É MUITO SÉRIO E AS AUTORIDADE DE SAÚDE TÊM QUE CONSIDERAR O CASO COMO ELE É. COMO ELE ESTÁ SE APRESENTANDO. O Nordeste já teve seu primeiro óbito causado, tudo indica, pelo vírus H1N1. Não sei se os senhores estão lembrados... mas o Ministro da Saúde no início da proliferação da gripe, falava que o Brasil estava preparado para uma possível pandemia aqui em nosso território. Depois falou que a população não deveria ficar apavorada porque o sistema de saúde já estava tomando todas as providência para a prevenção e combate da doença. O que se vê hoje é uma saúde atordoada, porque não se sabe até onde vai a extensão deste problema; falta de leitos suficientes para atender à população infectada; e o número de mortos crescendo a cada dia. Agora os médicos estão com um outro problema - as grávidas - como fazer diante dos fatos? O que existe na realidade é um desconhecimento total por parte da saúde com relação ao poder do vírus e as formas como ele se propaga, já que alguns doentes não tinham tido nenhum contato com outras pessoas já atingidas pela doença.
Cabe ao Governo Federal chamar seu Ministro da Saúde para tentar achar uma forma de se conseguir uma verba especial para investimento na saúde, visando a prevenção e o tratamento do H1N1, nos Estados onde o vírus tenha o maior índice de incidência. Ou será que ele vai esperar que a doença cause mais vítimas para poder se tomar uma providência mais efetiva?
O Senhores Senadores até agora não se manifestaram em nada sobre o assunto. Estão mais preocupados em destituir o Presidente do Senado, visando, quem sabe, ocupar o seu lugar. Porque simplesmente afastá-lo não vai resolver o problema já criado e sem solução, porque para se ter uma solução teria que anular todos os atos secretos, colocar na rua os responsáveis, além de confiscar todos os seus bens para diminuir o prejuízo que causaram aos cofres públicos.
Parem de hipocrisia e se volte para a saúde do povo brasileiro, que hoje se vê à mercê de uma epidemia alarmante que se instalou e está se espalhando no País.
Suspender o recesso parlamentar, simplesmente para tratar de um assunto que se pode esperar, não é admissível, uma vez que existe um problema gravíssimo de saúde, à espera de alguém que apresente uma solução IMEDIATA, pois o caso assim requer.
Gostaria muito que o assunto aqui comentado fosse lido por todos que vivem nas áreas de abrangência do H1N1, para que, juntos fizessem uma manifestação pública para chamar a atenção de nossos governantes, que assiste a tudo de camarote, dando paliativos para enganar os menos esclarecidos.
Por hoje é só, já não estou mais aguentando tanto descaso com a nossa saúde. Que Deus nos proteja dessas duas doenças que assolam o nosso País: H1N1 e Políticos, TODOS.
Fui
Existe de fato no Brasil um surto de gripe já instalado, principalmente em algumas cidades brasileiras. Pelo que se tem visto pelos noticiários é um número cada vez mais crescente de contaminados. O atendimento nos postos de saúde não vem sendo realizado a contento. A desinformação, até mesmo entre médicos, tem sido vista e interpretada pela população como um "cego em tiroteio", ou seja, o que fazer? Pra onde eu corro?. O número de leitos em hospitais não estão sendo suficientes para atendimento aos doentes. O que está sendo feito nos hospitais: - o paciente chega, depois de uma longa e tenebrosa espera ele é atendido. Só que nesse atendimento é feita uma avaliação supérflua sobre o estado gripal do atendido. Não é olhando simplesmente para uma pessoa que se possa ter uma avaliação correta sobre seu estado de saúde. Muitas vítimas já não estão mais aqui para testemunhar o que falo. Não sou médico, mas não sou totalmente leigo. Todo e qualquer pessoa que chegue a um hospital com suspeita do vírus H1N1, teria que ser encaminhada a um laboratório de patologia clínica, para, depois dos exames, aí sim ter um diagnóstico conclusivo sobre o caso, e não simplesmente achar que é uma gripe comum e mandá-lo de volta para casa.
VOLTA ÀS AULAS
É preocupante para os pais no retorno de seus filhos às salas de aulas. As autoridades em educação escolar estão estudando a possibilidade de prolongar o retorno dos alunos ao colégio. Ora, se já existe um vírus instalado no Estado, não vejo a necessidade de reunião para decidir se prorroga as férias ou não. Num mundo civilizado, humano e consciente de sua responsabilidade não tem o que se pensar quando um problema de saúde chega ao ponto que chegou. O Estado já deveria há muito tempo ter se pronunciado em prorrogar por tempo indeterminado o retorno às aulas, até que se tenha um conhecimento real da situação. Não adianta voltar às aulas e depois, espero e faço votos que não, ter que suspender por algum aluno ter contraído a doença. O mais recomendável é que se espere para ver até onde vai a situação, ou se algum medicamento (vacina) seja produzida num curto intervalo de tempo, visando coibir o alastramento da gripe. Ao lerem este blog talvez me façam a pergunta: e se a epidemia se prolongar até o final do ano, as crianças vão ter que se prejudicar? Eu respondo: a perda de um ano letivo não é igual a perda de uma vida.
O CASO É MUITO SÉRIO E AS AUTORIDADE DE SAÚDE TÊM QUE CONSIDERAR O CASO COMO ELE É. COMO ELE ESTÁ SE APRESENTANDO. O Nordeste já teve seu primeiro óbito causado, tudo indica, pelo vírus H1N1. Não sei se os senhores estão lembrados... mas o Ministro da Saúde no início da proliferação da gripe, falava que o Brasil estava preparado para uma possível pandemia aqui em nosso território. Depois falou que a população não deveria ficar apavorada porque o sistema de saúde já estava tomando todas as providência para a prevenção e combate da doença. O que se vê hoje é uma saúde atordoada, porque não se sabe até onde vai a extensão deste problema; falta de leitos suficientes para atender à população infectada; e o número de mortos crescendo a cada dia. Agora os médicos estão com um outro problema - as grávidas - como fazer diante dos fatos? O que existe na realidade é um desconhecimento total por parte da saúde com relação ao poder do vírus e as formas como ele se propaga, já que alguns doentes não tinham tido nenhum contato com outras pessoas já atingidas pela doença.
Cabe ao Governo Federal chamar seu Ministro da Saúde para tentar achar uma forma de se conseguir uma verba especial para investimento na saúde, visando a prevenção e o tratamento do H1N1, nos Estados onde o vírus tenha o maior índice de incidência. Ou será que ele vai esperar que a doença cause mais vítimas para poder se tomar uma providência mais efetiva?
O Senhores Senadores até agora não se manifestaram em nada sobre o assunto. Estão mais preocupados em destituir o Presidente do Senado, visando, quem sabe, ocupar o seu lugar. Porque simplesmente afastá-lo não vai resolver o problema já criado e sem solução, porque para se ter uma solução teria que anular todos os atos secretos, colocar na rua os responsáveis, além de confiscar todos os seus bens para diminuir o prejuízo que causaram aos cofres públicos.
Parem de hipocrisia e se volte para a saúde do povo brasileiro, que hoje se vê à mercê de uma epidemia alarmante que se instalou e está se espalhando no País.
Suspender o recesso parlamentar, simplesmente para tratar de um assunto que se pode esperar, não é admissível, uma vez que existe um problema gravíssimo de saúde, à espera de alguém que apresente uma solução IMEDIATA, pois o caso assim requer.
Gostaria muito que o assunto aqui comentado fosse lido por todos que vivem nas áreas de abrangência do H1N1, para que, juntos fizessem uma manifestação pública para chamar a atenção de nossos governantes, que assiste a tudo de camarote, dando paliativos para enganar os menos esclarecidos.
Por hoje é só, já não estou mais aguentando tanto descaso com a nossa saúde. Que Deus nos proteja dessas duas doenças que assolam o nosso País: H1N1 e Políticos, TODOS.
Fui
sábado, 25 de julho de 2009
PEGADINHA
Este fato que vou descrever aconteceu na Redação de um jornal do Rio de Janeiro. A Redação de um Jornal, não é diferente de outros ambientes de trabalho. Existem aqueles funcionários sérios, caras de durão, e existem outros que pela cara já se vê que são brincalhões. Muito bem! Quando trabalhei em Jornal conheci um rapaz que trabalhava como contínuo da Redação. Sempre descia com matéria para serem composta na redação, e também com fotografia para ser preparada para a edição do dia seguinte. Todas as vezes que ele descia dava uma passadinha pra bater um papinho rápido com a rapaziada. Numa segunda-feira, sentido a falta desse nosso coleguinha, comentei com um companheiro de trabalho: o nosso amiguinho ainda não apareceu por aqui. Foi quando o companheiro me contou o que havia acontecido com ele. O Secretário da Redação desse jornal, na época desse fato, era um senhor chato pra caramba, sisudo, quase não ria. Não sei se era a esposa que dormia sempre de caça comprida, ou se ele estava sempre com a hemorróida inflamada. O Zé detestava ele. E falava sempre que se algum dia acertasse na loteria esportiva subiria em cima da mesa em frente a do chefe e falaria o seguinte: Fulano, você agora pode me mandar embora, que não preciso mais deste emprego, vá pra pqp e outras coisas mais. Ele sempre falava que se desse a sorte de acertar, que iria chingar até a última geração do seu chefe. Os repórteres, sabendo que o Zé detestava o chefe, e que toda semana fazia a sua fezinha na loteria, descobriram que o Zé quando ia pra casa deixava sempre o seu jogo na sua gaveta. Os caras, sabendo que a gaveta dele estava sempre aberta, pegaram a aposta que o Zé fizera e afixaram num quadro de aviso que existia na redação, como sendo os resultados dos jogos da loteria esportiva.
Na segunda-feira quando o Zé chegou para o trabalho, foi conferir os resultados, coisa que ele fazia todo início de semana. Enquanto ele conferia o resultado a galera ficou olhando disfarçadamente, pra ver qual era a reação do rapaz. De repente o Zé solta um grito: pula em cima de uma mesa que ficava em frente a do seu chefe e começou a falar - fulano, com o chefe, filho de uma ..., pode me mandar embora que eu não estou nem aí, seu filho... e repetiu o palavrão. Eu falei que no dia que eu acertasse na loteria eu ia te chamar de tudo que você é. Vai, pode me mandar embora agora. O chefe a essas altura não estava entendendo nada do acontecido. Foi quando, não sei quem falou pra ele que alguém teria copiado o jogo dele e colocado no quadro de aviso, como sendo o resultado dos jogos do final-de-semana da loteria esportiva.
O chefe pediu silêncio, mandou que o rapaz descesse da mesa, chamou ele em particular e mandou que ele fosse pra casa descansar a cabeça. Aí contou pra ele, pro Zé, o que estava acontecendo. Dizem que o Zé, coitadinho, baixou a cabeça pegou seus pertences que estavam na gaveta e foi embora, só voltou ao jornal no dia seguinte para receber o aviso prévio.
Quanto ao repórter que fez essa tremenda brincadeira de mau gosto, não foi descoberto pelo chefe da redação, mas todos ficaram proibidos de colocar resultados de jogos no quadro de aviso, além de uma boa lição de moral.
O dia-a-dia de uma redação é muito engraçado e cheio de fatos curiosos.
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