Desde menino que eu ouvia falar em PAPAI NOEL, aquele velhinho de óculos, barbas brancas, buxando um trenó, com um saco cheio de presentes para distribuir com as crianças, aquelas que durante o ano se comportaram direitinho, tiraram boas notas na escola etc...
Eu, pra ser franco, nunca havia acreditado nessa história do bom velhinho. Bem, os anos foram passando e até que um dia eu achei de casar, vieram os filhos e por várias vezes tive que mentir pra eles, dizendo que papei Noel existia, que ele era um velhinho que adorava dar presente às crianças que fizessem tudo aquilo que seus pais pediam, essas coisas de pai.
Pra minha surpresa, depois de velho, não é que eu vim ter certeza que papai Noel (de fatoS) existia. E o mais interessante é que ele está morando em Brasília.
Ontem, 21/05, começou-se a propalar a distribuição gratuita de brinquedos, um deles chega a custar quase 50 mil reais. Mas não é para os bons filhos que tiraram boas notas na escola não. O intuito é outro, aliás de há muito, já manjado pelo brasileiro.
O que é que um pai não faz para que seu filho, no caso, filha, seja bem vista na comunidade...
O perigo não está nos valores que terão que ser disponibilizados para a compra desses brinquedos, o perigo está nessa impensada empolgação. Já imaginaram o que os filhos dos outros vizinhos vão dizer? No mínimo vão querer ganhar seus presentinhos também, afinal de contas todos são filhos do mesmo Deus.
Pelo que estou vendo o pretexto que estão usando para se chegar a uma vontade, ou seja, os presentinhos que estão querendo distribuir para conseguir um intento poderá vir a ter seu desfecho nos Tribunais, onde deverá ter ganho de causa todos os meninos que ficaram de fora dessa distribuição.
Esta é a hora de se pedir todo tipo de presente, e deve-se aproveitar porque é somente até as próximas eleições.
E depois ainda dizem que o De Gaulle não falou aquilo...
Aliás Rui Barbosa já dizia: "de tanto..., de tanto..., de tanto... O grande profeta Rui Barbosa já previa que seria assim.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
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Se estivéssemos em 1964, você já teria ido encontrar os idos entes queridos, ehhehe.
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