segunda-feira, 20 de julho de 2009

PANDEMIA

Pandemia falada por aqueles que podem fazer de tudo para reverter o quadro, e temida por outros que nada podem fazer para evitar a contaminação. É assim, sim! Quando da epidemia da dengue vários postos de saúde improvisados pelo Exército Brasileiro foram criados para dar atendimento ao grande número de pessoas infectadas.
Esta nova gripe, a suína, merece por parte das autoridades de saúde, comportamento semelhante ao que tiveram com a dengue. O número de infectados vem crescendo de forma desordenada, a população procura os postos de saúde e o atendimento é precário, até nas clínicas particulares o problema é o mesmo. São adultos, crianças e idosos procurando atendimento, sem saber o que fazer para serem atendidos, já que o número de médicos e de postos de saúde não estão dando conta para a prestação de serviços.
O Governo tem que tomar medidas de prevenção para conter o crescimento de infectados no País, nem que essas medidas sejam consideradas drásticas, como por exemplo: a proibição do funcionamento de casas de espetáculos, onde exista aglomerações, o aumento do efetivo em ambulatórios para exames, o aumento de médicos, a criação, junto ao Exército, de tendas, como as que foram criadas durante o surto da dengue, distribuir máscaras para evitar que o vírus seja transmitido facilmente, como é o caso no momento, além de outras medidas que o Ministério da Saúde achar conveniente.
Alerta autoridades! Alerta porque o caso é sério e esse vírus não escolhe país, estado, município, nem classe social para atacar. E tem mais, só se morre uma vez.
A PREVENÇÃO É A FORMA MAIS SENSATA E BARATA DE COMBATER QUALQUER DOENÇA!
Vamos esquecer as improbidades administrativas que rondam Brasília, vamos esquecer os atos falhos, quero dizer, os atos ilícitos, perdão, digo: os atos secretos, VAMOS PARAR DE VIAJAR, porque o País não é uma agência de turismo e vamos cuidar dos deveres de casa. Quando um pai se ausenta da família boas coisas não acontecem dentro de casa, os exemplos estão aí.
Por hoje é só.

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